Orgasmo
Julho 31, 2007
Olho o relógio, amor,
São dez horas.
Eu ainda consigo ver
Luz derrama sobre mim
Não consigo ver, está turvo
Sinto,
Sua alma juntando-se a minha.
Meu corpo chora, junto ao seu,
o choro da alegria.
Pensamentos sem sentido,
fluem, em direção ao vazio
da minha mente.
Que lugar é este?
O universo, você está ao meu lado,
venha, o tempo urge,
o incomensurável e o imemorial
nos espera.
Olho o relógio, estranha,
São dez horas.
Às vezes
Julho 31, 2007
Às vezes
Na imensidão da noite
Olho para o céu,
Te vejo na estrela mais brilhante
Que pena
Era Fugaz
Às Vezes
Olho para o céu,
e num grito mudo que rasga o céu,
Suplico:
Estrela, Traga minha amada
Às vezes
Olho para o céu,
Nada.
Só Nuvens.
Às vezes
Olho para o céu,
e sinto as gotas da chuva,
molharem meu peito,
a chuva é meu pranto.
Às vezes
olho para o céu,
Na estrela, o meu amor
Nas nuvens, o medo de te perder
No pranto, o lamento de não ter
Às vezes, só às vezes.
Nuances
Julho 31, 2007
Por isso, contemplem a vida como se contempla um pôr-do-sol, vivendo cada nuance, sentindo cada cheiro, e cada gesto, porque ela acaba, mas o que você viveu habitará esse mundo até o fim dos dias.
Bem vindos à Toca.
Julho 30, 2007
Considero aberto este antro de imoralidade.
Bem-vindos!
Abraços!!!